Valéria Aparecida Tarelho, (Santos-SP, 27/04/1962), formou-se em Direito, mas optou pelos caminhos “tortuosos” da poesia. Viveu na cidade de Guarujá-SP até dezembro de 1998, quando se mudou para São José dos Campos-SP, onde reside. Seus primeiros escritos - poesia, em maior escala - datam de abril de 2002.
Poemas:
[sem título]
falhas, filhos, folhas
: não fossem as vogais
daria tudo na mesma
quase todo mundo tem
uma resma de problemas
desgarrada
sou a ovelha negra da família
a única que urra
late mia
lambe as próprias feridas
cicatriza sozinha
- enquanto o rebanho
diz amém a tudo
com balido -
cor de rosa choque
cheia de indiretas
indiscreta [na medida]
ousada [e daí?]
se preciso vou à luta
armada de meu veneno
:
inócuo para uns
estonteante para poucos
letal para quem for louco
de pisar em mim
[no fundo camuflo
um puta medo
de ser feliz]
quae sera tamen
arraigado em mim
há um bicho arredio
acuado no tédio
urrando liberdade
ainda que poesia
Fontes:
http://v-tarelho.sites.uol.com.br/
http://v-tarelho.sites.uol.com.br/poemas.htm
Visitem seu blog (http://valeriatarelho.blogspot.com/) e sua comunidade no Orkut (http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=3799524).
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário